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Los Vascos Grande Reserve 2003 - um vinho que apresenta boa evolução na garrafa, bem ao estilo dos grandes cabernets chilenos do Vale de Colchágua

 

 

Grande Réserve de Los Vascos, vinho  produzido pela Domaines Barons de Rothschild, a mesma do Chateau Lafite. Trata-se de um corte típico bordalês e as uvas da composição possuem aromas complexos de frutas negras como cereja, cassis e ameixa, nuances de framboesa, morango, ervas e pimenta negra. O amadurecimento em carvalho agregou notas de canela, baunilha, tabaco e chocolate. Na boca é denso, intenso, com acidez equilibrada, boa estrutura e termina com deliciosos sabores frutados e um toque de alcaçuz. É ideal para acompanhar cordeiro, carnes vermelhas e queijos.

Sobre a INOVINI

Desde 1946, a Aurora importa e distribui produtos exclusivos de alta qualidade e líderes de mercado. Possui sua própria equipe de vendas e merchandising, que cobre todo o território nacional. O portfólio da empresa contempla os mais diversos tipos de produto, como a tequila José Cuervo, os chocolates Lindt, a pimenta Tabasco e as mostardas French´s e Maille.  A divisão de vinhos, INOVINI tem como foco o segmento médio de mercado e a distribuição está fundamentada na sólida parceria com os principais restaurantes e lojas especializadas de vinho. O portfólio da INOVINI é composto por marcas consagradas, como: Los Vascos (Colchágua); Ferreira (Porto); Louis Latour (Borgonha); Robert Mondavi (Califórnia); Nino Franco (Vêneto); Hardys (South Australia); Laurent Perrier (Champagne); Domini (Douro); Weinert (Mendoza); Tio Pepe (Jerez); Beronia (Rioja), Remy Pannier (Loire), Golan Heights (Israel) e José Maria da Fonseca (Portugal).

 

Degustação

Los Vascos Cabernet Sauvigon Grande Reserve 2003 – álcool: 13,5% – Região: Peralillo/Colchágua/Chile – preço médio: R$ 60,00 – importador: Inovini (televendas 011 3623-2288),- Rubi violáceo com leve halo granada. Aromas intensos com notas de frutas maduras (ameixas e amoras), especiarias (pimenta-do-reino, nóz moscada) sobre um fundo defumado. Na boca taninos aveludados próximos de seu auge de evolução, contrabalançados pela acidez firme e pelo álcool integrado. A madeira permite espaço para fruta. É um vinho denso e forte, mas também ostenta alguma elegância. Termina persistente e suave. Ainda pode ser guardado por mais algum tempo, mas está no auge porque ainda tem fruta.  Avaliação: 88/100 pts.+

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SBAV-SP 30 anos

 

Vinhos Toscanos

Villa Vino – A Tenuta Caparzo está localizada em Castelnuovo Berardenga/Montalcino, na região da Toscana e surgiu no fim de 1960. Desde então vem buscando aperfeiçoamento constante tanto nos vinhedos como na adega. Produz aquele que é apontado como um dos melhores Brunellos di Montalcino da Itália, o La Casa, que já recebeu, numa das safras, 96/100 pts. da Wine Spectator e normalmente tem altas pontuações dessa revista, da Wine Enthusiast e de Robert Parker. Já teve seu vinho incluído na lista TOP 100 2008 da WS e em dezembro de 2009, o Chianti Clássico e o Supertoscano Borgo Scopeto foram citados nas listas divulgadas pelo respeitado crítico Jorge Lucki, no jornal Valor Econômico. A degustação será conduzida por João Feliphe Dick Sommelier da MMV importadora.  Kiko Berti, representante da MMV em São Paulo, anunciou desconto de 20% sobre os valores de tabela para aquisição dos vinhos na noite da degustação. Vinhos da degustação:

 

Vermentino IGT 2008 – Doga Delle Clavule 2008 – R$ 89,00

Morelino Di Scansano – Doga Delle Clavule

Rosso di Montalcino  2005 – Caparzo – R$ 115,00

Chianti Clássico Galo Negro 2005 – Borgo Scopeto – R$ 114,00

Brunello de Montalcino 2003 – Caparzo – R$ 270,00

Sócios: R$ 45,00

Não sócios: R$ 90,00

Jantar: R$ 40,00. Para pagamento até a véspera, desconto de R$ 10,00. Depositar na conta SBAV – Bco. Itaú Ag. 0445 – c/c 26504-4  

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Trivento Bonarda 2008: lançamento da Concha y Toro do Brasil

Bodega Trivento, como todo empreendimento do grupo chileno Concha y Toro continua a crescer. A conjugação do “know-how”, “marketing” e  “trading” transandino no terroir cisandino produz resultados indiscutíveis tanto na qualidade como na quantidade de exportações. Segundo declarações dadas por seu Gerente Geral Andrés Izquierdo no “Dia do Vinho na Argentina – ano de 2008″, a matriz chilena já investiu 6 milhões de dólares nos vinhedos. A equipe enológica é comandada pelo mendocino Federico Galdeano seguidos de seus conterrâneos Manuel Gonzáles (Trivento Roble), Rafael Miranda, Federico Piottante (espumantes) e Germán di Césare, todos sob a consultoria de Enrique Tirado (em conjunto  com Federico Galdeano na linha Trivento Golden Reserve) e do “flying winemaker” toscano Alberto Antonini. Fonte: Guia Austral Spectator 2009

Contra-rótulo

“Tres singulares vientos, Polar, Zonda e Sudestada sopram sobre los terruños mendocinos forjando el continuo desarrollo de vides y racimos. Nuestras uvas Bonardas crecem y maduran al ritmo de la naturaleza, produciendo un vino de color intenso. Sus aromas a grosellas, mora y cerezas combinam con un toque de vainilla y chocolate aportados por el roble. El resultado es un vino  estructurado con final complejo y persistente, ideal para desfrutar con carnes de caza”

Degustação

Trivento Reserve Bonarda – região: Mendoza – álcool: 13,5% – data do engarrafamento: 02.10.2009 – preço médio: R$ 35,00 – Importado e distribuído por VCT Brasil -  Rua Alcides Lourenço da Rocha n° 167, 4° andar, Brooklin Novo, SP, tel. 11 5105 1599 , cep 04571-110 – Rubi violáceo com halo púrpura. Nariz aberto com fruta e madeira em integração. Sugestões lácteas sobre um discreto fundo herbáceo. Na boca a sua entrada revela um vinho leve, que aquece o palato e de boa acidez. Taninos macios de qualidade média, final  redondo. Fácil de beber, deixa uma nota frutada no retrogosto e mais algum tempo na garrafa concorrerá para o ajuste completo do conjunto. Avaliação: 86/100 pts.

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Terceira e última parte da cobertura do evento realizado em São Paulo na tarde de 30 de agosto –  degustação anual de vinhos do Uruguai, no Hotel Renaissance, sito à Alameda Jaú 1620, com a apresentação dos vinhos da “Coleção Tannat Uruguai”. O evento foi organizado por Cristina Neves e promovido por “Wines of Uruguay”, representado por Carlo Ottieri e Gustavo Magariños .

 

Sebastián Gonzatto (Gimenez Mendez) e Jeriel

 

 

Vinhos Gimenez Mendez: consistentes desde o Sauvignon Blanc 2010 até o Tannat Super Premium 2006, vinho top da casa

 

 

Confrade Erick Escoralick, Prof. do Curso Básico da SBAV-SP e Victoria Varela, da Viña Varela Zarranz

 

 

Linha de vinhos Varela Zarranz, sem importador. Para quem escreve, o Tannat (60%)-Merlot(40%) 2009, 12,5% álcool, agradou por seu frescor, fruta e equilíbrio gustativo. O Tannat Crianza 2007 também se destacou por seus taninos aveludados e conciliação entre fruta e madeira

 

Coleção "Tannat Uruguay" - Alto de La Ballena, Don Ariano, Bouza Tannat, Tannat Reserva Juan Carrau, Tannat Gran Reserva Ysern e De Lucca Rio Colorado (a série continua na próxima foto)

 

 Coleção "Tannat Uruguay" - Tannat Viejo H. Stagnari, Don Pascual Tannat - Familia Deicas,  Marichal Tannat,  Pisano Tannat e Don Próspero Pizzorno Tannat são os vinhos que completam a coleção.

 

Na foto acima os vinhos que completam a coleção” Tannat Uruguay”: H. Stagnari Tannat Viejo, Familia Deicas Don Pascual  Tannat Roble, Marichal Tannat, Pisano Tannat e Don Próspero Tannat.

 

 

Linha de vinhos Bouza: Tannat 2008, Tempranillo B15 2008, Tannat A8 2007, Monte Vide Eu 2006 - vinhos importados pela Decanter

 

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O Uruguai é um país que se localiza na parte sul do continente americano e têm cerca de 3,3 milhões de habitantes distribuídos em dezenove departamentos. Seu consumo “per capita” é da ordem de trinta e três litros (8º mundial) e cerca de 95% de sua produção de uvas é destinada à produção de vinhos. Apenas 5% da produção é de uvas de mesa. Metade de sua produção anual é para o consumo interno e a outra metade destina-se à exportação para o Brasil, EUA e Europa. A produção está nas mãos de “duzentas e setenta e oito famílias produtoras”. Destaca-se no plantio da cepa “tannat” que tem sua origem no sudoeste francês, mas também obtém sucesso no plantio das castas tintas Cabernet Sauvignon e Franc, Merlot, Petit Verdot, Pinot Noir, Tempranillo e Syrah e das brancas Sauvignon Blanc, Sauvignon Gris, Viognier, Torrontés, Ugni Blanc, Gewürztraminer e Chardonnay. Nesse contexto, verificamos o surgimento da vinícola “Gimenez Mendez”, uma empresa familiar cujo escopo está focado na  qualidade e que acredita que o Uruguai tem um terroir  privilegiado para produção de vinhos finos. Sua produção é diversificada e origina-se de quatro vinhedos, distribuídos entre as regiões de Montevideo, Las Brujas, Los Cerrilos e Canelón Grande. A produção é exportada para o Reino Unido, Alemanha, Suiça, EUA, Brasil, Barbados e México.

As linhas de produtos presentes no Brasil são: Las Brujas Sauvignon Blanc 2009 (o 2010 já está à caminho), Gimenez Mendez Pinot Noir 2008, Puzzle Multivarietal 2008, Gimenez Mendez Tannat Alta Reserva 2008, Gimenez Mendez Tannat Premium 2006, LYM Tannat-Tannat 2006, Luis A. Gimenez Super Premium Tannat 2006 e o vinho de sobremesa Gimenez Mendez Licor de Tannat 2007. Diversas castas são cultivadas, todavia, a principal é a Tannat com seis vinhos. Na linha de produtos destacam-se: Luis A. Gimenez Super Premium Tannat 2006, top de linha, com edição limitada (apenas 2500 garrafas numeradas). Esse tinto é produzido somente em anos de safras consideradas excepcionais e, sem dúvida, é um dos mais consistentes tannats do Uruguai na atualidade. Outros vinhos importantes: Alta Reserva, Premium, LYM e o Gimenez Mendez Licor de Tannat.

A representação desses vinhos no Brasil está à cargo da Hannover, com matriz em Porto Alegre e representação em São Paulo,  telefone 011 2638 0881)  

 

Gimenez Mendez Tannat  Identity 2008

Origem: Uruguai – região: Las Brujas – safra: 2008 – álcool: 13% – preço: R$ 54,00 –

Rubi violáceo com halo púrpura escuro. No olfato apresenta uma paleta aromática complexa e convidativa com notas de frutas negras, geléia de framboesa, tostado e um toque de especiarias. As notas de barrica são notadas com facilidade e dão personalidade ao vinho. Boca redonda, tânica (ótima qualidade), densa, com a madeira possibilitando a expressão da fruta, num perfil suculento e elegante mais próximo do Velho do que do Novo Mundo. O álcool está controlado e o conjunto consegue manter alguma harmonia que deverá contribuir para sua evolução na garrafa nos próximos anos.  Persistente, deixa uma nota de chocolate no retrogosto. Degustado pela primeira vez há seis meses, demonstrou boa evolução na garrafa e se destaca por sua tipicidade com taninos redondos, boa fruta e equilíbrio do conjunto. Avaliação: 88/100 pts. +

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Segunda parte da cobertura do evento realizado em São Paulo na tarde de 30 de agosto –  degustação anual de vinhos do Uruguai, no Hotel Renaissance, sito à Alameda Jaú 1620, com a apresentação dos vinhos da “Coleção Tannat Uruguai”. O evento foi organizado por Cristina Neves e promovido por “Wines of Uruguay”, representado por Carlo Ottieri e Gustavo Magariños .

 

jeriel, Eliana Araújo (Wines of Uruguay) e Roberto Ventura (SBAV-SP)

 

 

Familia Deicas Preludio 2004: agora na Interfood, este vinho também foi um dos destaques do evento

 

Paulo (Santar), Florentina e German (Bodega Ariano)

Reinaldo de Lucca, Jeriel e Jussara (Importadora Premium de BH)

 

Acima vinhos do produtor De Lucca “Wines from El Colorado”, cuja característica principal é o respeito ao caráter varietal de cada uva – da esquerda para direita: Merlot, Syrah, Tannat, Cabernet Sauvignon e Rio Colorado Reserva 2006. Os varietais custam cerca de R$ 40,00 e são importados pela Premium de Belo Horizonte (tel 031 – 3282 1588)

 

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 Com a palavra o Confrade Luiz Otávio Peçanha, de  Piracicaba-SP:

“Devagar vamos colocando nossas impressões do VAM2010 e os coordenadores de atividades irão fazendo os seus relatórios e agradecimentos as pessoas envolvidas nos painéis que participaram.

Começarei pelo Mosaico Vitivinícola Riograndense.

 Este painel teve por principio, dar uma melhor visão aos enófilos do Brasil, dos vinhos gaúchos, e por não ficar com um  numero muito grande de amostras num só painel, dividimos em seis tipos de vinhos e fizemos painéis seletivos
 por vários Estados do Brasil.

Os painéis foram realizados nos seguintes  locais:

Espumantes Brut- Vinho e Arte/RS – Maria Amélia Duarte Flores
Vinhos brancos- Enopira/Piracicaba – Luiz Otávio Peçanha
Merlot- Confraria de Sommeliers de BH/MG – Marcio Pinto de Oliveira
Corte Bordales- ABS/RJ – Ligia Peçanha
Castas Francesas ( fora Merlot)- ABS/Campinas – Bruno Vianna
Castas Ibéricas e Italianas- SOCAVI/Três Corações/MG – Tufi Meyer

 
Em cada um escolheria dois vinhos que ficassem melhor classificados para o painel final do VAM2010; como na escolha dos brancos 3 vinhos ficaram muito próximo, eu acabei incluindo 3 vinhos em vez dos 2. Assim no VAM2010, tivemos o seguinte painel:
Vamos à Montanha de Campos do Jordão 2010
Atividade – O Mosaico Vitivinicola Riograndense
Coordenação – Luiz Otávio
Palestrantes- Jane Pizzato, Juliano Carraro, João Valduga e Lucindo Copat.
Local – Sala Itapeva – Orotour Garden Hotel
Dia- 21/08/2010- 09:00h
Preço – R$ 30,00
Vagas – 45
Vinhos apresentados:
 1 – Espumante  Cave Geisse Nature 2008
 2 – Espumante Dom Candido Brut
 3 – Casa Valduga Gran Reserva Chardonnay 2009
 4 – Salton Virtude Chardonnay 2008
 5 – Cuvée Giuseppe Chardonnay 2009
 6 – Pizzato DNA 99 2005
 7 – Casa Valduga Merlot Premium 2007
8 – Miolo Lote 43 2005
9 – Lidio Carraro Quorum Grande Vindima 2005
10 – Boscato Gran Reserva Cabernet Sauvignon 2004
11 - Salton Volpi Pinot Noir 2009
12 - Miolo Quinta do Seival Castas Portuguesas 2005
13 – Dal Pizzol Touriga Nacional 2008
Obs.- o Casa Valduga Merlot Premium classificado tinha sido o 2006, mas foi enviado amostra do 2007 para o painel final.

 

O João Valduga teve um impedimento de ultima hora, por problema de saúde, e  pediu desculpas a todos por não poder participar. Tivemos 35 inscritos, aonde seguimos o seguinte cronograma:

Começamos com uma excelente palestra do Lucindo Copat, enólogo-chefe da Salton, vinícola que comemora os seus 100 anos de existência;  e ao mesmo tempo a degustação dos espumantes, a qual foi as claras.
O resultado foi:
Dom Candido Brut com 38 pontos
Cave Geisse Nature 2008 com 34 pontos.
A seguir o Juliano Carraro, da Vinicola Lidio Carraro, nos ofereceu uma excelente palestra, num contra ponto complementar a do Lucindo, que deve ter sido combinada, pois o encaixe do “Mosaico Vitivinicola Riograndense” ficou perfeito. E também tivemos a degustação dos vinhos brancos, que foi as cegas, cujo resultado foi:

Salton Virtude Chardonnay 2008- 63 pontos
Casa Valduga Gran Reserva Chardonnay 2009- 47 pontos
Cuvée Giuseppe Chardonnay 2009- 34 pontos

E continuamos com a degustação dos vinhos tintos, que foi as claras e nesta sequência:

Salton Volpi Pinot Noir 2009
Casa Valduga Merlot Premium 2007
Dal Pizzol Touriga Nacional 2008
Quinta do Seival Castas Portuguesas 2005
Pizzato DNA 99 2005
Lidio Carraro Quorum Grande Vendima 2005
Miolo Lote 43 2005
Boscato Gran Reserva Cabernet Sauvignon 2004

 
Aonde o resultado foi:
Miolo Lote 43 2005- 114 pontos
Pizzato DNA 99 2005- 105 pontos
Lidio Carraro Quorum Grande Vendimia 2005- 96 pontos
Boscato Gran Reserva Cabernet Sauvignon 2004 – 96 pontos
Quinta do Seival Castas Portuguesas 2005 – 79 pontos
Dal Pizzol Touriga Nacional 2008 – 62 pontos
Salton Volpi Pinot Noir 2009 – 59 pontos
Casa Valduga Merlot Premium 2006 – 54 pontos

Todos os resultados foram copilados na hora e revelados conforme o final de cada degustação, numa ajuda inestimável da Ligia Peçanha. A Jane Pizzato nos contou um pouco sobre a Pizzato e o DNA 99 2005, e a
seguir tivemos um debate sobre a degustação, os vinhos gaúchos, os vinhos brasileiros  e os vinhos estrangeiros, com intervenções de quase todos os participantes. O Felipe Rudge salientou muito bem, que tendo participado de duas seletivas, os vinhos aqui apresentados já eram todos muito bons, independente das suas pontuações.
A Ligia Peçanha salientou que compilando os resultados pode notar a diversificação das preferências dos participantes, provavelmente no gosto pessoal de cada estilo de vinho.
O Bruno Vianna nos falou um pouco da seletiva da ABS/Campinas e da importância da disseminação do conhecimento sobre os vinhos brasileiros para a quebra de barreiras e de preconceitos.
 Sei que esqueci de mencionar outras pessoas, mas acredito que cada um vai espalhar esta sua experiência, seja pessoal ou virtual, contribuindo para esta troca única de aprendizado e de conhecimento.
 

Bom,  da minha parte e de toda Comissão Organizadora do VAM2010, quero agradecer a todos que nos ajudaram a realizar este painel, desde os organizadores dos painéis seletivos, as vinícolas que enviaram suas amostras
 para estas seletivas, as vinícolas que enviaram suas amostras para este painel final, aos palestrantes que tão brilhantemente expuseram as suas visões sobre os vinhos gaúchos, e é claro aos participantes, que puderam ver
e aprender um pouquinho sobre os nossos vinhos, e de ver que temos muito trabalho pela frente, mas que estamos no caminho certo.

Meus mais sinceros agradecimentos,
Luiz Otávio Peçanha

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9 de setembro

Vinhos Toscanos

Villa Vino – A Tenuta Caparzo está localizada em Castelnuovo Berardenga/Montalcino, na região da Toscana e surgiu no fim de 1960. Desde então vem buscando aperfeiçoamento constante tanto nos vinhedos como na adega. Produz aquele que é apontado como um dos melhores Brunellos di Montalcino da Itália, o La Casa, que já recebeu, numa das safras, 96/100 pts. da Wine Spectator e normalmente tem altas pontuações dessa revista, da Wine Enthusiast e de Robert Parker. Já teve seu vinho incluído na lista TOP 100 2008 da WS e em dezembro de 2009, o Chianti Clássico e o Supertoscano Borgo Scopeto foram citados nas listas divulgadas pelo respeitado crítico Jorge Lucki, no jornal Valor Econômico. A degustação será conduzida por João Feliphe Dick Sommelier da MMV importadora.

Kiko Berti, representante da MMV em São Paulo, anunciou desconto de 20% sobre os valores de tabela para aquisição dos vinhos na noite da degustação.

Vinhos da degustação:

Vermentino IGT 2008 – Doga Delle Clavule 2008 – R$ 89,00

Morelino Di Scansano – Doga Delle Clavule

Rosso di Montalcino  2005 – Caparzo – R$ 115,00

Chianti Clássico Galo Negro 2005 – Borgo Scopeto – R$ 114,00

Brunello de Montalcino 2003 – Caparzo – R$ 270,00

Sócios: R$ 45,00

Não sócios: R$ 90,00

Jantar: R$ 40,00. Para pagamento até a véspera, desconto de R$ 10,00. Depositar na conta SBAV – Bco. Itaú Ag. 0445 – c/c 26504-4  

 

 

 

 

 

 

14 de setembro

Novidades da Wine Lovers

As degustações da Wine Lovers  são sempre agradáveis, porque a Cátia Betta prima pelo dinamismo característico dos mercadores de vinho, ou seja, daqueles que buscam vinhos inspiradores, fora de série, mas com preços acessíveis para todos os bolsos. A filosofia é que os apreciadores possam curtir a vida acompanhados de bons vinhos de boutique californianos, chilenos, argentinos e agora espanhóis. Apresentação: Cátia Betta

California:

1) Bogle Viognier 2008 – R$ 68,00

2) Bogle Old Vine Zinfandel 2007 -  R$ 79,00

3) Bogle Phantom 2006 (Zinfandel, Petite Syrah e Mourvédre) – R$ 106,00

Espanha:

4) Miros Tinto Roble 2007  – Ribera del Duero (Tempranillo, Merlot, Cabernet) – R$ 55,00

5) Domínio de Valdelacasa 2006 (100% Tinta de Toro = Tempranillo) -  R$ 89,00

6) Sugestão para o jantar – Miros de Ribera 6 meses barrica (Tempranillo) – R$ 68,00

Sócios: R$ 30,00

Não sócios: R$ 60,00

Jantar: R$ 40,00. Para pagamento até a véspera, desconto de R$ 10,00.   

 

 

 

 

21 de setembro – Interfood/Navarro Correas

A Navarro Correas é uma vinícola pioneira na renovação do estilo dos vinhos argentinos, tanto na qualidade como no marketing. Inaugurou anos atrás, no distrito mendocino de Godoy Cruz, um estabelecimento de estética deslumbrante e uma bodega de alta tecnologia. Seus vinhedos são próprios e o estilo dos vinhos está num meio termo entre o estilo Novo Mundo e a elegância Européia. Outro dado importante é a valorização que a bodega faz das artes plásticas. Os rótulos dos vinhos (inclusive varietais) apresentam obras de pintores argentinos. Navarro Correas também é um produtor vitorioso nas exportações, eis que Estados Unidos figura na lista dos principais compradores, seguidos de diversos países da América Latina, dentre os quais o Brasil figura como um dos destaques.

A degustação será conduzida pelo Enólogo da vinícola, Gaspar Roby e contará com os seguintes vinhos:

Espumante Brut Malbec-Rosé

Collección Privada Chardonnay

Colleccón Privada Blend

Alegoria Gran Reserva Malbec

Alegoria Gran Reserva Cabernet Sauvignon

Structura

Alegoria Tardio

Sócios: R$ 30,00

Não sócios: R$ 60,00

Jantar: R$ 40,00. Para pagamento até a véspera, desconto de R$ 10,00.   

 

 

 

 

28 de setembro

Vinhos portugueses da FTP Wines.

Em 2007, o grupo português TAVFER resolveu investir no mercado brasileiro de vinhos. Então foi criada a empresa FTPFernando Tavares Pereira. A empresa começou a atuar em meados de 2008 no RJ com apenas seis rótulos: três regionais Beiras e três Dão, com destaque para o tinto Quinta do Serrado DOC Reserva 2003, exclusivamente de Touriga Nacional. Esse vinho já obteve medalha de prata em 2004 no XLII Concurso de Melhores Vinhos do Dão.  O Quinta do Serrado 2005, por exemplo, obteve medalha de Ouro no concurso nacional de vinhos engarrafados e medalha de Ouro no concurso da CVRDão de 2008. A empresa está sediada no Rio de Janeiro no bairro da Tijuca, sito à Rua Major Ávila 455, Loja 13, tel. (21) 2233 3111, portal ftpwines.com.br. A degustação será conduzida por Eduardo Artur Neves Moreira, Diretor da FTP, que anunciou a concessão de desconto de 15%  sobre os valores de tabela dos vinhos na noite da degustação.

Douro

Doval Colheita Branco 2008 – R$ 60,00

Doval Reserva Branco 2008 – R$ 100,00

Doval Colheita Tinto 2007 – R$ 60,00

Doval Reserva Tinto 2007 – R$ 100,00

Dão

Picos do Couto Reserva Tinto 2005 – R$ 70,00

Quinta do Serrado Reserva Touriga Nacional 2003 – R$ 110

Quinta do Serrado Medalha de Ouro – 2005 – R$ 130

Sócios: R$ 35,00

Não sócios: R$ 70,00

Jantar: R$ 40,00. Para pagamento até a véspera, desconto de R$ 10,00.  

Posted by Jeriel in Eventos

Na tarde de 30 de agosto, realizou-se mais uma degustação anual de vinhos do Uruguai, no Hotel Renaissance, sito à Alameda Jaú 1620, com a apresentação dos vinhos da “Coleção Tannat Uruguai”. O evento foi organizado por Cristina Neves e promovido por “Wines of Uruguay”.

 

Gustavo Magariños (Wines of Uruguay), Ventura (Vice-Pres. SBAV-SP) , Carlo (Wines of Uruguay) e Jeriel

 

Niels Bosner (Imp. Hannover) e Sebastián Gonzatto (Gimenez Mendez)

 

 

Gimenez Mendez Las Brujas Sauvignon Blanc 2010: este vinho se destacou na ala dos brancos dessa casta no evento - intensos aromas de maracujá e na boca ótimo frescor e bom balanço, um vinho ótimo para petiscos ou para ser bebido sozinho mesmo. Importado pela Hannover - tel 011 2638 0881 e 051 3337 3890

 

 

Vinhos H. Stagnari, importados pela Cantú: Dayman Tannat 2003, Cabernet Sauvignon 1X1 2008, Tannat Viejo 2007 (um dos destaques do evento que oportunamente será objeto de um post exclusivo) e Tannat Premier 2009

 

Alessandra Casolato, Assessora de Imprensa da Cantú

 

De Lucca: vinhos que respeitam o caráter varietal de cada cepa - da esquerda para direita - Merlot, Syrah, Tannat, Cabernet Sauvignon e Rio Colorado Reserva 2006

 

Acima vinhos do produtor De Lucca “Wines  from El Colorado”, cuja característica principal é o respeito ao caráter varietal de cada uva – da esquerda para direita: Merlot, Syrah, Tannat, Cabernet Sauvignon e Rio Colorado Reserva 2006. Os varietais custam cerca de R$ 40,00 e são importados pela Premium de Belo Horizonte (tel 031 – 3282 1588)  

Posted by Jeriel in Degustações
A importadora MIB foi criada à partir da idéia de trazer para o Brasil vinhos e alimentos produzidos por produtores dedicados ao que  fazem. Assim, vinícolas boutique, alimentos para alta gastronomia e produtos são o seu destaque.  O foco das vendas é  o consumidor final que tem interesse em estar sempre em contato com o que há de novo nesse mercado. A empresa é dirigida por Maria Inês Bairão e sua sede fica em Campinas, SP, na Rua Siqueira Campos 17, sala 11, tel. 19 3258 7486, portal www.mibbrasil.com.  Na noite de 23 de agosto, por iniciativa de Daniel Perches, do blog vinhos de corte  (www.vinhosdecorte), quem escreve foi convidado para participar da degustação dos vinhos orgânicos do produtor chileno “La Fortuna”, do Vale de Curicó, com a presença de Maria Inês Beirão.
A degustação compreendeu os seguintes vinhos:
La Fortuna Sauvignon Blanc 2009
La Fortuna Chardonnay 2009
La Fortuna Carménère Rosé 2007
La Fortuna Malbec 2006
La Fortuna Carménère 2007
La Fortuna Cabernet Sauvignon 2007
La Fortuna Cabernet Sauvignon Reserva 2004
 
 
 
Localização do Vale de Lontué
É uma sub-região do Vale de Curicó, 200 km ao Sul de Santiago,  que por sua vez integra  o Vale Central, aos pés da Cordilheira da Costa. A maioria dos vinhedos são vistos desde a estrada, onde grandes painéis de videiras se perdem no horizonte. A região apresenta cliam mediterrâneo com marcada sazonalidade das chuvas, que se concentram fortemente no inverno, com uma extensa estação seca com tempo bom.  A amplitude térmica oscila 15°C entre o dia e a noite o que permite a produção de vinhos muito bons. Ainda que seja um vale eminentemente vitícola, aqui existe uma grande quantidade de vinícolas.
Sobre a La Fortuna
A Fazenda La Fortuna foi fundada em 1° de julho de 1870 proveniente do desdobramento de uma antiga fazenda conhecida naquela época como excelente produtora de frutas. De lá para cá são 140 anos de tradição na produção de vinhos. Os vinhedos se encontram dispersos em diferentes setores competando um total de 250 hectares, com diversos tipos de solos. Toda cautela foi adotada na eleição dos lugares das plantações de uvas, com o fito de assegurar o máximo aproveitamento de cada uma das variedades.  Atualmente  são cultivadas  Cabernet Sauvignon, Merlot, Carménère, Malbec, Pinot Noir, Syrah, Sauvignon Blanc e Semillón. As excelentes condições climáticas e ambientais do terroir local possibilitaram a transformação  de seus vinhedos para cultivo orgânico certificado e toda produção é vendida para mais de vinte países. A certificação veio de um órgão certificador suiço, o Institute for Market Ecology – IMO, sob as normas do HACCP – Acordo de Produção Orgânica Limpa. Por fim, importante salientar que  a vinícola  mantém bom relacionamento com seus trabalhadores, integrando-os aos benefícios da produção. A vinícola também foi adicionada ao “Comércio Justo”  regulamentado pelo órgão alemão FLO, com um programa que possibilita a melhora da qualidade de vida dos trabalhadores e de suas famílias. Esse órgão oferece certificados em mais de setenta países e esse certificado garante aos consumidores que estão contribuindo para o desenvolvimento sócio-econômico na compra dessas mercadorias e colaborando para um planeta mais limpo.

Foram degustados Sauvignon Blanc, Chardonnay, Malbec, dois Carménères e dois Cabernets

 

La Fortuna Sauvignon Blanc 2009 – região: Lontué – álcool: 13,5% – preço: R$ 52/56 – Avaliação: palha claro com reflexo esverdeado. Pouco intenso no nariz com leve toque vegetal e algum cítrico. Melhor na boca,  corpo bom, médio frescor e traços vegetais tipicos da casta no Novo Mundo. Um pouco curto, termina com um discreto amargor e no retrogosto uma nota cítrica. Avaliação: 86/100 pts.

 

 

La Fortuna Chardonnay 2009 - região: Lontué – álcool: 13,6% – preço: R$ 52/56 -  Palha esverdeado. Nariz mais aberto do que o exemplar anterior, com notas amanteigadas, leve abacaxi e discreto cítrico sobre um fundo mineral. Boca no mesmo diapasão, limpa, fresca com toques de frutas como damasco, marmelo e abacaxi. Termina curto e deixa uma nota doce no retrogosto. Avaliação: 86,5/100 pts.

 

La Fortuna Carménère Rosé 2007 - região: Lontué – álcool: 13,2% – preço: R$ 52/56 - Carmin com reflexo alaranjado. Nariz convidativo com notas de licor de cacau, café torrado e pimentão confirmando a tipicidade da casta. Na boca um degrau a menos, corpo magriço, frescor mediano e algum descompasso entre álcool, acidez e doçura. No retrogosto deixa uma nota de chocolate.  Avaliação: 83,5/100 pts.

La Fortuna: vinhos orgânicos do Vale de Lontué

 

La Fortuna Malbec

 

 

La Fortuna Malbec 2006 - região: Lontué – álcool: 13,1% – preço: R$ 52/56 - Rubi violáceo intenso com discreto halo de evolução. No olfato sobra de álcool que cedeu espaço para toques resinosos, pouca fruta.  Depois de algum tempo leve sugestão defumada. Melhor na boca com taninos potentes, macios, nota de fruta negra (ameixa) e discreto chocolate amargo. Termina  denso, rugoso e um pouco duro, mas confirma a tipicidade da casta em solo andino e deve crescer à mesa. Avaliação: 86/100 pts.+

 

La Fortuna Carménère 2007 - região: Lontué – álcool: 13,8% – preço: R$ 52/56 – Rubi violáceo intenso com alguma profundidade e halo púrupura. Fechado no nariz apresentou os traços típicos da casta com discretas notas de pimenta verde, café torrado sobre um fundo vegetal. Na boca um degrau acima, taninos macios, fruta e madeira em integração, sem arestas, corpo pleno e final com alguma persistência e uma nota herbácea no retrogosto. Avaliação: 86,5/100 pts.

La Fortuna Chardonnay

 

 

La Fortuna Cabernet Sauvignon 2007 - região: Lontué – álcool: 12,8% – preço: R$ 92/96 – Rubi violáceo mais intenso do que o exemplar anterior. Nariz com as típicas notas balsâmicas dos cabernets chilenos, licor de cassis, leve geléia, tudo com boa sustentação na taça. Boca a subscrever o olfato, frutada, intensa, longa, bom frescor, taninos macios,  final harmônico, persistente e redondo.  Avaliação: 87/100 pts.+

La Fortuna Reserva 2004

 

La Fortuna Cabernet Sauvignon Reserva 2004 - região: Lontué – álcool: 13% – preço: R$ 52/56 – Rubi  intenso com halo granada. Nariz fino, delicado, empolgante, com gostosas notas de toffee, chocolate, leve acento animal sobre um fundo de ameixas maduras. Boca que repete o nariz com taninos redondos, equilíbrio entre álcool, acidez, fruta e madeira. Vinho harmônico, sedoso, com tudo no lugar certo e praticamente sem arestas. Longo, intenso e profundo, termina com uma pequena adstringência que antes de incomodar lhe confere personalidade. É um vinho que se bebe com muito prazer, ainda que possa evoluir na garrafa. À Conferir.  Avaliação: 88,5/100 pts.+

 

Informações técnicas

Os brancos não passam por madeira e são fermentados sobre suas lias por três meses (Sauvignon Blanc) e seis meses (Chardonnay).

Vinte por cento  do mosto do rosé e dos tintos amadurece em barrica de carvalho francês de primeiro uso. Depois disso o restante do vinho é estabilizado, filtrado e engarrafado.

 

Sobre a produção orgânica

Os vinhedos da La Fortuna  são trabalhados sob um rigoroso protocolo orgânico supervisionado e certificado pelo IMO – Suiça:

1. As pragas são controladas sem a utilização de herbicidas químicos.

2. Não são usados fertilizantes químicos e o nitrogênio atmosférico é fixado no solo com o uso de leguminosas e entre as fileiras de parreiras é incorporada matéria orgânica produzida na própria fazenda a partir das cascas e sementes de uvas.

3. Não se utilizam produtos químicos para o controle de insetos que é feito a partir de um produto natural obtido da casca da Quillay (árvore).

4. A elaboração dos vinhos na adega se realiza utilizando-se baixas concentrações de anidrido sulfuroso, que chegam a ser menores do que a metade usada nos vinhos convencionais. Também não são utilizados produtos de origem animal nas clarificações.