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Personalidade: José Alberto Zuccardi, no Estación Sur, SP, noite de 29.07.2010

segunda-feira, julho 26th, 2010

 

Enólogo José Alberto Zuccardi, Diretor da Bodega Família Zuccardi, uma das cinco mais importantes vinícolas da Argentina

 

José Alberto começou a trabalhar em diferentes áreas da empresa desde 1976, na Finca Santa Rosa, na adega, no comércio interno e externo. Desenvolveu, entre 1980 e 1990, um trabalho de reconversão de vinhas para variedades de alta qualidade.
Em 1991, fez a primeira incursão no mercado internacional, tornando-se um dos principais exportadores argentinos. Desde 1992 trabalha como Diretor da Família Zuccardi. Comanda uma das cinco principais vinícolas exportadoras de vinho de capital genuinamente argentino e por isso exerce a liderança do grupo.
A inovação é um dos valores da empresa e também é uma característica pessoal que lhe permite construir projetos, novos produtos, experiências com variedades de outros países para investigar sua adaptação ao terroir mendocino, o que também se constituiu numa contribuição valiosa para todo o setor. Atualmente a vinícola desenvolveu um projeto de pesquisa com 35 novas variedades de diferentes origens.
Um aspecto importante que revela a atitude inovadora é que a partir de variedades até então desconhecidas, desenvolveu vinhos Premium Super Premium, isso tem permitido aos consumidores argentinos optar por varietais de alta qualidade como Tempranillo, Bonarda e Sangiovese.  Na ala das brancas, o destaque é a Viognier que foi trazida da França em 1993 e que se juntou com sucesso às variedades locais.

Seu interesse na sustentabilidade da agricultura à longo prazo, tem dirigido a bodega para a agricultura orgânica. Cerca de 30% dos vinhedos estão em fase de certificação orgânica.

 

 

Nos anos de 2000 e 2002, José Alberto Zuccardi foi escolhido “Empreendedor do Ano” de Mendoza, após uma pesquisa realizada pela imprensa local a partir de 100 empresários e jornalistas da província.  A principal razão dada por aqueles que votaram “representa um empresário que, à partir de Mendoza, aprendeu a lidar com a concorrência de grandes empresas internacionais e conseguiu êxito. Em destaque o seu dinamismo empresarial eorientação para os mais diversos mercados. ”

Em 2003, também recebeu o prêmio de “Empreendedor Agrícola do Ano” concedido pelo jornal de circulação nacional La Nación.
Em 2006 recebeu o Prêmio “Excelência Exportadora da Nação”.

Em 2007 recebeu o prêmio “Inovação Tecnológica no Agronegócio Viticultural”, emitido pelo FONTAR.

Em 2008, ganhou o “Lifetime Achievement Winemakers”: reconhecimento da Câmara Argentina de Vinotecas e Afins (CAVA) e do Prêmio  “Excelência Empresarial” concedido anualmente pela revista “América Economia”.

Participação em organizações sociais e empresariais:

- Presidente da União Vitivinícola Argentina (UVA)
- Conselheiro do Coviar  - Conselho de Administração da Corporação Vitivinícola Argentina  
- Conselheiro do Wofa – “Wine of Argentina”  

 Seu pensamento  pode ser resumido nesta frase:

“O vinho é uma linguagem universal. Sabemos através do vinho que existe um conjunto de obrigações não-escritas que nos une com um número incontável de pessoas. Para nós, o vinho é muito mais do que um negócio, é a nossa maneira de viver”

 
 
   No Brasil, seus vinhos são importados pela Ravin ( São Paulo) tel. 011 5574 5789 – www.ravin.com.br

Jantar Harmonizado com José Alberto Zuccardi no Estación Sur

 

Menu

Entrada

Salada de Beterraba, Espinafre e Laranja

Santa Julia Reserva Chardonnay 2008

 

Primeiro Prato

Carré de Cordeiro com Purê à Mostarda

Zuccardi Q Malbec 2008

 

Segundo Prato

Bife de Chorizo com legumes Salteados

Zuccardi Zeta 2006

 

Sobremesa

Moussé de Café e Chocolate

Zuccardi Malamado

 

Local: Estación Sur, Alameda Joaquim Eugênio de Lima 1396, Jardins, SP, tel. 011 3885 01333 – dias 28 e 29 de julho, às 20:30 horas, com presença de Cláudio Magni e José Alberto Zuccardi, respectivamente. Preço: R$ 150,00

Nota de Falecimento – Dr. Sérgio de Paula Santos

quinta-feira, maio 6th, 2010
No centro, lado direito, de camisa branca, Dr. Sérgio de Paula Santos. No canto direito, Carlos Cabral, fundador da SBAV-SP

No centro, lado esquerdo, de camisa branca, Dr. Sérgio de Paula Santos. No canto direito, Carlos Cabral, fundador da SBAV-SP

 

Recebemos de Eduardo Viotti, DD. editor da Revista Vinho Magazine,  o e-mail que segue que reproduz texto do Diário do Comércio na íntegra dada a relevância da matéria nele veiculada. Como um de nossos livros de “cabeceira” é “O vinho e suas circunstâncias”, fazemos esta singela homenagem ao Dr. Sérgio de Paula Santos.
“Morre o crítico de vinhos Sérgio de Paula Santos
José Guilherme R. Ferreira  – 5/5/2010 – 21h09
 
Há pouco mais de um mês, Sérgio de Paula Santos, crítico de vinhos e titular da coluna Adega, no DCultura, ligou para a redação do Diário do Comércio animado, mesmo internado havia meses no Hospital Albert Einstein, combatendo uma série de infecções. Sugeria uma reportagem sobre o recém-lançado “O Livro do Cozinheiro”, editado pelo Instituto Raimundo Lúlio, manual de receitas medievais da Catalunha que sempre desejou ver traduzido para o português.
A ardorosa campanha editorial por esse título histórico foi sua última contribuição para a cena enogastronômica. O médico otorrinolaringologista Sérgio de Paula Santos morreu no final da noite de terça-feira e seu corpo foi enterrado ontem no Cemitério da Consolação.
O connaisseur que escrevia em linguagem direta, até o ano passado, quando completou 80 anos, ainda mantinha nos olhos um brilho especial quando falava de seus temas de paixão: vinhos, a boa mesa e o tango (“uma invenção uruguaia”, fazia questão de frisar). Publicou mais de uma dezena de livros sobre vinhos e comida, sendo Memórias de Adega e Cozinha (Editora Senac/2007), o mais recente. Prometia para breve o Beber e Comer como Deus Manda, esse um título provisório.
Entre os pares do jornalismo especializado era saudado pelo pioneirismo e independência. Começou a escrever sobre vinhos no jornal O Estado de S.Paulo há mais de 30 anos, passou pela Folha de S. Paulo, e ultimamente vinha colaborando com este Diário do Comércio e outras revistas especializadas.
Foi introduzido no mundo do vinho pelo pai, médico como ele, em encontros memoráveis na casa do historiador quatrocentão Yan de Almeida Prado, onde conheceu grandes Bordeaux e Borgonhas. Pela chamada “Pensão Humaitá” de Yan passaram artistas, políticos e intelectuais de todos os matizes em meados do século passado.
Vinhedos – A formação de Paula Santos se deu também em viagens de estudo (Alemanha, Escandinávia, Estados Unidos e Argentina) e muitas jornadas de passeio por vinhedos e bodegas de toda Europa. Tinha um fraco pelos vinhos brancos da Francônia, item indispensável na sua adega farta. Era colecionador de livros sobre vinhos e gastronomia, além de voz marcante em uma série de entidades, entre elas a celebrada Confraria do Vinho do Porto.
Nos últimos tempos, desabafava sobre o advento de escolinhas marqueteiras de vinho (“como um curso de poucas horas pode formar um sommelier de restaurante?”), dos ecochatos e os vegans (“desconhecem a história da alimentação e portanto denigrem de orelhada o foie gras”).
No final do ano passado havia coroado sua carreira recriando a tão sonhada Academia Brasileira de Gastronomia (ABG) – era seu presidente, além de vice-presidente da Academia Iberoamericana –, sempre em defesa da boa mesa, da tolerância, do convívio inteligente, contra a “macdonaldização da vida”.

Pascual Toso: tradição, autenticidade e inovação

sexta-feira, agosto 7th, 2009

A família Llorente, atual proprietária desta antiga bodega detentora de vinhedos próprios no Maipú, em Barrancas, nos últimos anos empreendeu mudança drástica no estilo dos vinhos, agora com perfil internacional e de espírito vanguardista. A vinícola foi fundada pelo imigrante piemontês Pascual Toso em 1880 em San José de Guaymallén e atualmente conta com a importante assessoria do enólogo californiano Paul Hobbs, conhecido internacionalmente e contratado em 2001 para acompanhar a Bodegas y Viñedos Pascual Toso em seu novo estágio. Paul trabalha em conjunto com o competente enólogo argentino Rolando Luppino, no desenvolvimento dos vinhos Premium e Super Premium. O troféu de melhor produtor argentino premiado pelo IWSC (Londres) em 2007, reflete a qualidade atingida. Novamente em Londres, agora em 2009, a vinícola repetiu o feito e foi o produtor argentino mais premiado.

 

A Interfood, importadora oficial dos vinhos Pascual Toso reuniu parte expressiva da mídia especializada no excelente Restaurante Dalva e Dito, estabelecido na Rua Padre João Manuel nº 1.115, Jardim Paulista, São Paulo, para degustação dos vinhos Pascual Toso.  Foram degustados o Espumante Extra Toso Chardonnay, Toso Reserva Malbec 2007, Pascual Toso Alta Reserva Malbec 2007, Pascual Toso Alta Reserva Syrah 2007, Pascual Toso Finca Pedregal 2006 e o Ultrapremium Magdalena Toso 2006.

Também é importante mencionar a presença de Bruno Airaghi, Gerente de Marketing da Interfood, Fernanda Fonseca e Verônica Makhoul, da ProPop Comunicação e Julián Orti, Diretor de Exportações da Pascual Toso.

  

Paul Hobbs: enólogo reconhecido internacionalmente

A degustação foi conduzida pelo próprio Paul Hobbs, que explicou detalhes técnicos da produção dos vinhos. Registre-se, nesse passo, o perfeito serviço do vinho, sob a batuta da eficiente Jô Almeida Barros,  uma das profissionais mais competentes tanto no serviço dos vinhos do Dalva e Dito como na avaliação dos vinhos que degusta. Igualmente, destaco que todos os vinhos foram servidos rigorosamente na temperatura de serviço e que houve compatibilização enogastronômica, tudo meticulosamente estudado e preparado pela brigada do Dalva e Dito.  

 
 
 
Dalva e Dito: na coinha Alex Atala que dispensa apresentação e no serviço do vinho Jô Almeida Barros: seriedade, dedicação e competência

Dalva e Dito: na cozinha Alex Atala que dispensa apresentação e no serviço do vinho Jô Almeida Barros: seriedade, dedicação e competência

 

Eis o menu:

Canjiquinha com cogumelos

 Confit de pato com farofa de banana passa

Lombo de cordeiro com pupunha ao forno

Doces da fazenda

 

 

 

A seguir a relação dos vinhos degustados por ocasião da visita do citado enólogo a São Paulo, em 5 de agosto de 2009 e agradecimentos especiais ao staff da Interfood: Bruno, Nádia, Roberta e Vicente.

 

  

O espumante Extra Toso harmonizou bem com a salada de lagostim

O espumante Extra Toso harmonizou bem com a salada de lagostim

  

ESPUMANTE EXTRA TOSO CHARDONNAY – origem: Argentina – região: Barrancas e Maipú/Mendoza – safra: n/c – álcool: 12,5% – uva: Chardonnay (100%) – preço estimado: R$ 45,25 – palha claro com borbulhas de média intensidade. Boa complexidade aromática, com as tradicionais notas de leveduras, pão fresco, leve tostado e uma pontinha de avelã que confirma boa tipicidade. Boca que subscreve o olfato com adequada concentração de sabor, sugestão de frutas secas e um leve amargor que não destoa do conjunto e nem o desequilibra. Apresentou boa harmonização com a salada de lagostim, por conta de sua boa acidez e de sua estrutura. Importante destacar que a vinícola foi a pioneira na adoção do método champenoise na Argentina. Nota: 86,5/100 pts. 

 

 

 

PASCUAL TOSO RESERVA MALBEC 2007 -  origem: Argentina – região: Barrancas e Maipú/Mendoza – safra: 2007 – álcool: 13% – uva: Malbec (100%) – preço estimado: R$ 57,50 - esbanjou tipicidade da casta, inclusive na cor intensa com reflexos violáceos brilhantes (a malbec é uma casta tintureira). No nariz, o ataque inicial evidencia o floral da malbec argentina com destaque para violetas, leve toque lácteo (barrica) e de geléia de amora. Boca no mesmo diapasão, rica, plena, de taninos aveludados com a barrica muito bem integrada (doze meses em barricas francesas) possibilitando a expressão da fruta em compota (ameixas), secundada por uma deliciosa nota de chocolate e tendo por contraponto sua acidez gastronômica. À exemplo do espumante, apresentou boa harmonia com a canjiquinha com cogumelos. Longo, balanceado e intenso, termina suave e sem arestas. Típico best buy, tem na sua relação preço-qualidade um grande apelo e tudo para às cegas surpreender. Pronto para beber, apresenta algum potencial de guarda.

Nota: 89/100 pts.

 

  

PASCUAL TOSO ALTA  RESERVA SYRAH

Origem: Argentina – região: Barrancas e Maipú/Mendoza – safra: 2006 – álcool: 14% – uva: Syrah (100%) – preço estimado: R$ 90,75 – rubi violáceo intenso e profundo. Apresentou aromas frutados com destaque para groselha e framboesa. Especiarias como cravo, canela e pimenta sobre um fundo mentolado próprio da variedade lhe dão complexidade aromática. Na boca a sua entrada revela um vinho estruturado, forte, denso, rugoso, de taninos firmes e ao mesmo tempo gentis que inundam o palato onde a fruta um pouco encoberta pela madeira dá o ar de sua graça e promete se integrar, apenas uma questão de tempo. Sua acidez salivante chamou a atenção e lhe confere um perfil muito próximo do Velho Mundo, porque apresentou compatibilização ideal com o confit de pato com farofa de banana passa. Por fim, destaque-se que este guloso syrah é uma prova de que o pedregoso solo de Barrancas, no Maipú é o terroir ideal para a casta na Argentina. Vinho surpreendente. Beber ou guardar.

Nota: 89/100 pts.+

 

 

 

PASCUAL TOSO ALTA  RESERVA MALBEC – origem: Argentina – região: Barrancas e Maipú/Mendoza – safra: 2006 – álcool: 13,7% – uva: Malbec (100%) – preço estimado: R$ 90,75 – cor parecida com a dos vinhos anteriores. Nariz elegante com toques de baunilha, geléia de amora, leve chocolate e um discreto defumado. Na boca, a passagem por um ano em barricas francesas de primeiro uso mostrou boa integração e algum espaço para a fruta (ameixas/amoras). Taninos doces, firmes, integrados e polidos. Equilíbrio no  álcool, taninos e acidez. Largo e agradável no meio de boca, termina com leve adstrigência: reivindica mais algum tempo na garrafa para perfeita integração do conjunto, por isso, tem potencial de evolução. O vinho anterior se comportou melhor com o confit de pato.

Nota: 88,5/100 pts. +

 

 

        

Magdalena Toso Ultrapremium: topo de gama

Magdalena Toso Ultrapremium: topo de gama

MAGDALENA TOSO ULTRAPREMIUM

Origem: Argentina – região: Barrancas e Maipú/Mendoza – safra: 2006 – álcool: 14% – uvas: Malbec (90%) e Cabernet Sauvignon (10%) – preço estimado: R$ 298,00 – Cor idêntica à do vinho anterior com um pouco mais de concentração. Nariz complexo com notas tostadas (barrica), leve chocolate, algum defumado e uma ponta de ameixas. Boca densa, rugosa, taninos em evolução, madeira por sobre a fruta. À exemplo dos Grand Cru Classé bordaleses, passa dezoito meses em barricas francesas de primeiro uso. Razoavelmente equilibrado, aqui temos a repetição do blend anterior, porém, com menor participação da cabernet sauvignon. Longo e profundo, termina secante com uma ponta de adstringência. Quem sabe, mais alguns anos na adega para ver se as coisas melhoram? Acredito que sim. Sua safra é apontada com uma das melhores da Argentina nos últimos anos e a maneira meticulosa de sua produção concorrem positivamente para isso. Recebeu 92/100 pts. de Robert Parker, 90/100 pts. no Stephen Tanzer’s International Wine Cellar/Jan 2009 e medalha de ouro no Wine International Challenge  2009. Beber ou guardar? Resposta: guardar.

Nota: 88/100 pts. ++

 

      

Lombo de cordeiro com pupunha ao forno: na harmonização se destacaram o Syrah Alta Reserva e o Finca Pedregal

Lombo de cordeiro com pupunha ao forno: na harmonização se destacaram o Syrah Alta Reserva e o Finca Pedregal

PASCUAL TOSO FINCA PEDREGAL   origem: Argentina – região: Barrancas e Maipú/Mendoza – safra: 2006 – álcool: 14% – uvas: Malbec (70%) e Cabernet Sauvignon (30%) – preço estimado: R$ 148,08 – Rubi violáceo intenso, profundo, límpido, brilhante e de reflexos púrpura. Nariz complexo e voluptuoso com fruta vermelha em profusão e uma pontinha de licor de cassis (cabernet sauvignon). Largo e denso no meio de boca, taninos sedosos de ótima qualidade, álcool e acidez integrados, tudo rigorosamente no sítio certo neste típico blend argentino, no qual a malbec se une a sua parceira por excelência que é a cabernet sauvignon e produz vinhos privilegiados que servem como paradigmas. Fruta e madeira em excepcional comunhão (dezoito meses em barrica: 30% em carvalho americano a cabernet sauvignon e 70% em carvalho francês a malbec). Este Pedregal também se destacou na compatibilização com o lombo de cordeiro com pupunha ao forno. Indispensável possuir ao menos uma garrafa na adega. Um belo vinho, para beber já ou nos próximos quatro ou cinco anos.

 Nota: 90/100 pts. ++

Ricardo Castilho apresenta a degustação de vinhos “Touriga Nacional – uma casta portuguesa, com certeza”, dia 30 de junho, no Baby Beef Rubaiyat da Faria Lima

sexta-feira, junho 19th, 2009

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Na prova, os participantes poderão comparar sete vinhos produzidos com a mais tradicional uva de Portugal.

 

O jornalista Ricardo Castilho, diretor editorial da revista Prazeres da Mesa, é o convidado da próxima edição do ciclo “O Vinho e Seus Prazeres”, organizado pelos restaurantes Rubaiyat.

 

Com o tema “Touriga Nacional – uma casta portuguesa, com certeza”, a degustação será realizada no dia 30 de junho, terça-feira, às 20h, no restaurante Baby Beef Rubaiyat da Av. Faria Lima.

 

Provavelmente originária na região do Dão, a Touriga Nacional é o grande exemplo da postura ousada de Portugal no mundo dos vinhos. Ao contrário de diversos países, que adotaram conhecidas castas internacionais, como a Cabernet Sauvignon, Malbec e Merlot, Portugal apostou em suas próprias uvas, identificadas com a sua cultura e seu terroir.

 

Até pouco tempo, a Touriga Nacional se restringia à elaboração de Vinhos do Porto na região do Douro e vinhos mais rústicos no Dão. Mas com a moderna vinicultura e a disseminação do plantio por todas as regiões produtoras de Portugal, a casta evoluiu e hoje resulta em vinhos concentrados, complexos, elegantes e muito agradáveis de beber.

 

 

Na degustação, serão provados os seguintes vinhos:
- Adega de Borba 2006
- Quinta dos Roques 2002
- Quinta dos Carvalhais 2000
- Quinta da Pellada 2004
- Só Touriga Nacional 2005
- Quinta do Vallado 2004
- Quinta da Garrida Reserva 2003

Ao final da prova, será servido um corte especial de carne do Baby Beef Rubaiyat a todos os participantes.
 

Degustação “Touriga Nacional – uma casta portuguesa, com certeza” – com Ricardo Castilho
Data: 30 de junho, terça-feira, às 20h
Local: Baby Beef Rubaiyat – Endereço: Avenida Faria Lima, 2954 – Itaim Bibi
Inscrições: pelo tel. (11) 3170-5001, com Elyane, ou e-mail rubaiyat@rubaiyat.com.br
Vagas: 60 – Preço: R$ 190,00 (cento e noventa reais por pessoa)
Preço promocional para sócios ABS–SP: R$ 170,00 (cento e setenta reais por pessoa) – para obter o desconto, os sócios ativos devem fazer as inscrições até o dia 26 de junho diretamente com a secretaria da ABS-SP pelo tel. (11) 3814-1269 ou e-mail: abs-sp@abs-sp.com.br
Patrocínio: Cartões Visa – Apoio: ABS-SP

Grande enólogo

quarta-feira, abril 30th, 2008

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Trocando idéias com Paulo Laureano, o enólogo português.